Eu adorava a ilha da fantasia.

Quando começou a passar no Brasil, Hervé já estava no ostracismo e era alvo de uma quantidade enorme de boatos, que, em época pré Internet, ninguém acreditava nem fazia questão de investigar.

Boa parte desses boatos foram "confirmados" pelo filme, mas isso não os torna mais interessantes. Dinklage faz um belo trabalho num personagem raso, que é quase estragado pela relação com o narrador e seu trajeto de redenção papa defunto.

Valeu pra sentir saudades do Hervé gritando:. "O avião! O avião!".