2019.01.15

Nessa onda conservadora, não me preocupa a falta de inteligência de seus líderes e apoiadores, mas, sim, a falta e o medo da imaginação. Afinal, não acredito que seja a inteligência ou a racionalidade que nos faça humanos, mas, sim, a capacidade de criar e acreditar em histórias que nos impeçam de realizar burrices ou maldades das quais não tenhamos retorno.



Por um pensamento desses, vale acordar no meio da madrugada.



Essa fixação com terrorismo do atual desgoverno vai em breve tornar essa tristeza uma realidade no Brasil.

É como levar "farmaciazinha" pra viagem de férias. Tá pedindo pra ficar doente.



A minha impressão das redes sociais, e boa parte da razão de eu ter saído delas, é que as pessoas acordam de manhã querendo sair pra brigar. Era como uns garotos do meu colégio que ficavam provocando qualquer um que aparecesse para cair na porrada. Na época, a gente ignorava, mas sempre tinha um ou outro, que também estava na pilha, que atendia ao chamado. Hoje esse povo se encontra na Internet e nem precisa sair de casa.



Estou vendo um filme que não sei como se chama, e que tem a pior história do mundo, mas mesmo assim tem Sissy Spacek, Robert Duvall e Mary Steenburg. Todo mundo precisa pegar um trabalho ruim por conta de dinheiro de vez em quando.



Caramba. Agora apareceu o Jon Voigt. O que explica isso? É um pacto suicida de integridades artísticas?