2019.02.06

Começo das micro férias. Acordei cedo mas consegui cochilar depois. Sem muitos planos a não ser descansar.



Assistindo a Nixon. Ganha outra cor depois de ver Vice.

Tem um gostinho do experimental e, na época, a mistura de estéticas e a velocidade na edição e das cenas foi ainda surpreendente, mesmo vindo do JFK.

Parece que o cinema mainstream vai fazendo pequenos testes para criar novos léxicos visuais compreensíveis pelo grande público. Infelizmente os criadores desses léxicos acabam se viciando na fórmula e tudo passa a parecer igual.

Por outro lado, os filmes sobre os políticos americanos, sejam heróis e vilões, buscam sempre uma impossível humanização de decisões bárbaras. O que diferencia os heróis dos vilões é seu sucesso em seu barbarismo. Imagine como lembraríamos de Kennedy se baía dos porcos fosse um fracasso.



Saindo de um rodízio de pizzas no aniversário da minha sogra.

Antigamente eram maratonas para as quais nos preparávamos com antecedência e usávamos calças de moletom. Hoje são corridas de 100 metros impulsionadas pelos happy hours 2X1.

O mundo dos algoritmos vai além dos computadores.



Acabei de ver um vídeo sobre os brinquedos que frustraram as crianças nos anos 90 e me lembrei de como tratamos as tecnologias. Nada tem uso. São apenas brinquedos. Quanto menos focadas em funções específicas maior a chance de serem apropriadas por aqueles que tem reais necessidades.

No fim das contas, a bola dente de leite tem mais funcionalidades que a comunidade de práticas do Gugu.