2019.02.03

Por escolha da aniversariante, fomos almoçar no japonês e assistir O Menino que queria ser rei. Fiquei positivamente surpreendido. História legal, bem humorada com um leve subcontexto político e social.

Depois em casa, pesquisando sobre o filme descobri que é do diretor e roteirista de Attack of the Block.

Os prazeres de não saber as coisas e descobrir pérolas.



Vivemos mundos herdados. A maioria das coisas pelas quais lutamos coletivamente só poderão ser aproveitadas pelas próximas gerações e elas, acreditem, vão achar ruim. É um jogo sem propósito. Deveríamos viver modelos mais abertos onde todos pudessem rapidamente configurar suas vidas como quisessem. Outra coisa difícil, que mesmo dando certo, só vai ser aproveitada por próximas gerações.



Deveríamos ter mais orgulho de certas coisas que não fizemos do que da maioria das coisas que fizemos porque não conseguimos ficar parados. A inação resolveria uma boa parte dos problemas humanos.



Depois que o Sílvio Santos se tornou perigosamente gagá e perdeu toda a imaginação, fiquei sem um ritual de fim de domingo. Podia ser um jogo de tabuleiro ou algo similar, sem envolver consumo passivo de mídia síncrona. Alguma sugestão?