2018.12.20

Assisti à nova versão de Nasce uma Estrela. Lady Gaga e Bradley Cooper dão um show e o resgate do Andrew Dice Clay é um capítulo à parte. Bem dirigido e escrito, aperta todos os botões certos nos momentos certos. O timing é perfeito e ao mesmo tempo pouco engessado. Deu vontade de rever os anteriores e analisar a evolução da resolução masculina frente ao sucesso da mulher. Em 1976 tudo fica na mão de um acaso e em 2018 há um sacrifício. Pode até parecer, mas não é nada feminista. Espero que numa futura versão o homem aprenda a lidar melhor com a situação.



Sempre um prazer caminhar pela Tijuca. É uma cidade dentro de uma cidade. Tive o prazer de morar lá por dois anos mas não soube aproveitar. Talvez, como o Bradley Cooper no filme, tenha encarado tudo como um processo de reabilitação. Foi um erro. Mas na época não tinha como saber.



Sinto uma ansiedade generalizada de se preparar pra 2019, como se fôssemos encarar um furacão. Pode até ser verdade, mas estava em NYC durante o Sandy e até hoje as minhas botas especiais de chuva nunca me serviram pra nada. O ideal é não se pré ocupar. Nos ocupemos quando necessário. No fim das contas sobreviveremos.



Mas posso estar errado.